Antônio Francisco Cruz de Oliveira, o acusado

Suspeito de estupro de vulnerável em Itaituba recebe liberdade provisória

Segundo informações, não há provas de que Antônio Francisco tenha cometido o crime.

Antônio Francisco Cruz de Oliveira, o acusado

O autônomo Antônio Francisco Cruz de Oliveira, de 26 anos, foi solto da prisão na manhã desta quinta-feira (8) após ganhar liberdade provisória. Ele estava detido no presídio de Itaituba, desde a última segunda-feira (5), quando foi preso acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 05 anos. Fato supostamente ocorrido na noite de domingo (4) na praça do residencial Wirland Freire.

De acordo com informações repassadas por José Luis, advogado de defesa de Antônio, o juiz entendeu que não há provas para mantê-lo na prisão. A decisão foi tomada depois da audiência de custódia, realizada na quarta-feira (7).

“Como não há provas, ninguém viu nada, apenas o que ela fala, a possibilidade dele ser inocentado é muito grande”, afirma José Luis.

Em entrevista ao Giro, após ser liberado, Antônio reforçou sua inocência e ressaltou que os resultados dos exames periciais na criança foram negativos, por isso não houve comprovação do suposto crime.

Segundo Antônio, a avó da criança, Maria Geralda Araújo da Silva, estaria arrependida de ter feito a denúncia, e um pastor da igreja que frequenta a induziu para acusá-lo. Além disso, a razão que o pastor teria para acusá-lo, disse Antônio, seria uma dívida que o mesmo teria com ele.

“Ele fez isso para me incriminar. Aproveitou a situação dessa menina para fazer isso e botou na cabeça da criança e da avó, para estarem falando isso na delegacia e lá também com o pessoal”, disse Antônio.

Afirmou ainda que será levantado um processo contra o pastor para conseguir o valor cobrado pelo advogado para sua defesa, cerca de R$ 10.000,00.

Mais detalhes sobre o caso

Antônio Francisco Cruz de Oliveira, preso na carceragem da delegacia de polícia.

Antônio trabalha com um pula-pula na praça do Residencial Wirland Freire, km 05, e foi acusado de ter chamado a criança para brincar e levá-la para trás de um pano para supostamente cometer o crime.

Em entrevista, após a prisão, Antônio negou as acusações e disse que estava desmontando o pula-pula, pois já era mais de 22h, quando pediu para as crianças que estavam brincando saírem, porque já iria finalizar o trabalho, “essa menina estava resmungado para sair, pois teria chegado há pouco tempo no local”, prosseguiu.

Ainda segundo Antônio, após vários pedidos a criança deixou o local, e, em seguida, soube que a menina tinha dito ao tio que ele teria abusado dela.

“Eu não fiz isso não, tinha várias pessoas no local quando pedi para ela sair, tinha muita gente lá, sou trabalhador, não abusei dela não”, afirmou Antônio.

Fonte: Portal Giro

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