Uma sala de crise começou a funcionar em Santarém para coordenar o combate aos incêndios florestais no oeste do Pará. A operação conta com 100 brigadistas em campo e seis aeronaves para lançamento de água, de acordo com o g1.
A base reúne agentes da Defesa Civil, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Corpo de Bombeiros Militar. O trabalho integrado envolve o rastreamento de focos de calor e a definição de estratégias para conter as chamas.
Com a centralização das operações diárias, a força-tarefa organiza o deslocamento das equipes terrestres e aéreas para as áreas mais afetadas da região. As aeronaves especializadas reforçam o trabalho dos brigadistas, lançando água diretamente sobre as linhas de fogo.
A mobilização ocorre em meio à situação de emergência ambiental enfrentada por Santarém e outras cidades do oeste paraense. A fumaça densa e a piora acentuada da qualidade do ar estão entre os problemas que motivaram os decretos.
Ao todo, 23 municípios da região já decretaram emergência em razão da seca dos rios e do avanço dos incêndios. A estiagem severa e as queimadas têm provocado impactos prolongados no território paraense.
Além de coordenar as ações de enfrentamento ao fogo, a sala de crise mantém o acompanhamento das condições meteorológicas e dos índices de poluição atmosférica. Esse monitoramento integra a rotina da base instalada em Santarém.