Polícia Federal notifica grupos de segurança privada pedindo a paralisação das atividades

Grupos terão seis meses para realizarem as adequações necessárias para atuarem legalmente em Itaituba e região.

Postado em: 22 de agosto de 2018, às 14:32hs

Agentes estiveram em peso na câmara de vereadores para pedir apoio.

Há cerca de 40 dias, grupos de segurança privada, de Itaituba e região, receberam uma notificação da polícia federal pedindo a paralisação de suas atividades, em virtude dos mesmos não estarem atuando em conformidade com as exigências legais, dentre as quais inclui-se licença da PF para que essa atividade possa ser desenvolvidas. Com isso, houve a possibilidade dessas empresas serem forçadas a encerrar seus trabalhos.

São cerca de 150 trabalhadores, somente do grupo G Sete, a maior empresa do segmento na cidade, que podem ficar desempregados caso a ameaça se concretize. A empresa nasceu na cidade de Trairão e expandiu suas atividades para os demais municípios da região Sudoeste do Pará.

Na manhã desta quarta-feira (22), o tema foi discutido na Câmara Municipal de Itaituba, com a presença de agentes. Os integrantes das empresas de segurança privada estiveram em peso na câmara para pedir ajuda aos vereadores.

Após os vereadores Davi Salomão e Peninha se pronunciarem em apoio, cada um fazendo sugestões para tentar resolver o problema, o vereador Wescley Tomaz, um dos principais apoiadores da causa, destacou que, apesar dos seus colegas apresentarem sugestões com a finalidade de resolverem a questão junto ao delegado que atua em Itaituba, somente Santarém tem competência para resolver o impasse.

Wescley afirma que houve uma reunião com o delegado da polícia federal, onde teriam entrado em concordância com o pedido dos vigilantes, que solicitaram o prazo de seis meses para realizarem as adequações necessárias. Uma das mudanças urgentes que os grupos de segurança terão que fazer é alterar formalmente sua denominação, que atualmente são associações, que não podem ter fins lucrativos.

O vereador Davi Salomão, que é advogado, disse que uma das saídas pode ser transformar as associações em cooperativas, nas quais os lucros podem ser repartidos entre os associados.

Goelds, presidente do grupo G Sete, disse ao Giro que toda a documentação da empresa já está sendo providenciada, e que em pouco tempo estarão completamente dentro das normas impostas pela Polícia Federal.

Fonte: Assessoria Wescley Tomaz

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