O promotor de Justiça Militar Armando Brasil informou que a Promotoria Militar solicitou informações à corregedoria da Polícia Militar (PM) para identificar os policiais envolvidos no vídeo que circula nas redes sociais, que mostra um policial à paisana uma mulher com tapas na cara, em Jacareacanga , sudoeste do Pará.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, a agressão teria ocorrido em um balneário, após a mulher xingar e cuspir no rosto do policial durante a prisão de seu esposo, acusado de tráfico de drogas.
O promotor afirma que também solicitou o afastamento imediato dos envolvidos no caso, uma vez que “o policial militar constitucionalmente está obrigado a garantir a ordem pública e a integridade física do cidadão civil.”
Armando Brasil relata que não só o policial agressor, o Subtenente Charles John Palheta Costa, que seria o comandante do pelotão local pode responder pelo crime de lesões corporais, e sim toda a guarnição, pois não contiveram o espírito agressivo do comandante.
“Então, dessa forma, a princípio, visualizamos que o policial militar seria o comandante do pelotão local, agride uma mulher e o restante da guarnição não contém o espírito agressivo desse, que supostamente seria o comandante, então todos eles a princípio cometeram o crime de lesões corporais, seja por ação, seja por omissão”.