O fluxo de veículos no perímetro urbano da rodovia Transamazônica continua praticamente o mesmo, inclusive nos horários de pico, apesar de o trecho permanecer em obras de duplicação.
Segundo o arquiteto Jamichel Soares, responsável pela duplicação da via, o projeto permanece o mesmo e as adequações têm sido mínimas, como na 4ª Rua do bairro da Floresta, que sai de frente com a 13ª do Bom Remédio. Pela animação, se percebe que o sentido da via já não poderá cruzar a Transamazônica, sendo necessário fazer a conversão à direita para pegar o retorno na 10ª Rua.

Projeto da rodovia.
O arquiteto também ressalta que a remoção de prédios que eventualmente estejam na faixa de domínio não pode ser resolvida pela Prefeitura, sob pena de haver todo um trâmite judiciário. Para evitar esses transtornos, o projeto foi criado obedecendo ao que foi permitido ao município trabalhar na rodovia, sendo a BR-230 ainda de propriedade federal.
Outro detalhe é o comportamento dos condutores ao trafegarem pela rodovia, que, apesar de estar em obras, não teve o tráfego interrompido.

(reprodução)
(Portal Mauro Torres)