Samara da Silva Queiroz, de 38 anos, que foi esfaqueada na noite do último domingo (29) por três mulheres , no bairro Jardim do Éden, Distrito de Miritituba, em Itaituba, recebeu alta do Hospital Municipal na manhã desta terça-feira (31) e clama por Justiça.
As suspeitas de terem realizado o crime, que são mãe e filhas, foram identificadas como Santana (Mãe), Sara (Filha) e uma menor de idade, que também é filha e acusada pela vítima como a autora das facadas.
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Em entrevista ao GIRO, Samara Queiroz afirma que as mulheres que lhe agrediram estão soltas e andam livremente entre a sociedade.
“Elas todas estão na rua, depois que aparecem mortas, vão me culpa. [...] As meninas andam na rua fazendo deboche da minha cara, ainda tão falando que vão pegar a outra [mulher], e que vão fura ela”, desabafa.
A outra mulher que Samara se refere, é uma amiga e ex-vizinha dela, identificada apenas pelo prenome de Raquel.

Samara Queiroz foi esfaqueada por três pessoa. (Foto: Reproução)
Samara relata que a motivação do crime possa ter sido por conta de um desentendimento ocorrido no ano passado entre ela e Sara, uma das pessoas que participaram do crime. A vítima conta ainda que sua amiga e ex-vizinha não tem envolvimento com o desentendimento e não sabe o porquê que as mulheres também a ameaçam.
Sobre ameaçar e cometer crimes, Samara afirma que “Mãe e Filha colocam só a de menor para furar. E essa não é a primeira vez. [...] A menina que me esfaqueou, dizia gritando, enquanto atravessava a balsa, que se eu não morresse ela ia terminar o serviço porque ela é menor de idade e não dar em nada”.