Laiane Sousa, uma das pessoas envolvidas no caso de perseguição policial que terminou na Faculdade do Tapajós, na última segunda-feira (4), conta detalhes de como tudo aconteceu, através de uma postagem no facebook feita na noite da última terça (5).
Veja o texto publicado no facebook
Ontem, 04.06.2019 por volta das 20:30horas, eu e meu esposo Jhordano, seguirmos pela av São jose no perímetro entre 25 e 23 fomos abordandos por um policial (P2) o mesmo encosto a sua motociclista de cor vermelha modelo (fan ou titan) do lado da nossa mostro a arma que estava na sua cintura e mandou a gente encosta, eu e meu esposo pensando que era um assalto abrimos fulga, que ate então o P2 não se indenficou o mesmo estava de bermuda e camisa vermelha.
Seguimos pela João Pessoa a procura de refúgio, chegamos a 7 rua e paramos na frente da faculdade do Tapajós (FAT) descemos da moto e seguinda os 2 caras até então desconhecidos e descaracterizados desceram da moto e veio ao nosso encontro eu e meu esposo convictos que eram assaltantes adentramos a faculdade prezando pela nossa segunça.
Somente após imobilizarem meu esposo os supostos "P2" se identificaram, horas antes ocorreu um tiroteio no km7 e como a moto do meu esposo parecia cm a dos supostos suspeitos eles iniciaram a perseguição (confundiram).
Meu marido foi pisoteado e uma arma foi apontanda pra sua cabeça. A verdade é que a imagem do meu marido foi exposta, ele foi algemado, humilhado, sujeitaram ele que não tinha nada haver como o ocorrido a tortura psicóloga com isso sua imagem já exposta em todas as redes sociais, após analisarem as imagens das câmeras de segurança do local evideciou-se que não estávamos armados, fomos detidos e em seguida fomos liberados.
Mas venho aqui dizer que quanto eu quanto ele somos cidadoes de bem. Nao devemos nada a ninguem não temos passagem pela Polícia. E de uma coisa é certa, Danos morais é crime, e somos conhecedores de nossos direitos! E esse pessoal a que ta usando as fotos e vídeos de má fé seram responsabilizdos pelos seus atos.