O Ministério Público do Pará entrou com uma ação contra Civil a Prefeitura Municipal de Itaituba (PMI), visando verificar a questão dos alagamentos que há anos ocorrem na cidade. A ação foi apresentada na manhã desta quinta-feira (2) à justiça, no Fórum da Comarca de Itaituba, quando foi realizada uma coletiva com os profissionais da imprensa local.
Desse modo, impõe-se que a prefeitura realize um estudo de impacto nas áreas frequentemente afetadas pelos alagamentos e, então, o município promova reparos e regularize a infraestrutura desses pontos visando que não ocorra mais alagamentos.
Segundo o Promotor de Justiça, Ítalo Dias, a ação foi iniciada em 18 de novembro de 2021 pedindo que se efetive uma forma de escoamento da água e saneamento em vários pontos da cidade. E ressaltou a ocorrência de alagamentos após a chuva desta quarta-feira (1), que acabou prejudicando diversas famílias e demais pessoas que tentavam se locomover, visto que impediu a passagem em várias ruas de Itaituba.

Ação Civil Pública contra a Prefeitura de Itaituba, relaizada pelo Ministério Público.
Na ação abordam-se três tópicos:
"1. Curva da asa, gerado agora, pedimos que seja feito um estudo de impacto, para efetivar a obrigação de fazer o escoamento da água e remanejamento das famílias pranoutro local. 2. Nova de Santa com lauto sodre, a prefeitura tem que fazer uma ação de escoamento da água. 3. Residencial Buriti, um problema sério pra população, os moradores já tem ações contra a prefeitur., e nós entramos também para que o município agilize a colocação das manilhas", afirmou Ítalo Dias.
Conforme Ítalo, o trabalho deve ser realizado "agora ou preventivo" e enfatizou que "o município já sabe dessa ação e prazo", dado que cerca de 200 famílias itaitubenses são afetadas pelos alagamentos recorrentes.
As áreas mais afetadas são: a Avenida Nova de Santana com a Lauro Sodré que desde 2015, precisa de escoamento da água e drenagem; Curva do Asa, Lagoa do Pai Velho, onde "fizeram um trabalho no Rio que a água escorreu para outro lado e está prejudicando as residências, tem que fazer trabalho de escoamento de água e mudar as famílias para outros locais", finalizou.