Motoristas de transporte por aplicativo fazem manifestação, em Itaituba

O motivo, segundo os manifestantes, é que os motoristas de aplicativo estão pagando mais impostos que outras classes.

Por Portal Giro

Foto: Jordan Norato/Portal Giro

Motoristas de transporte por aplicativo realizaram protesto, nesta quinta-feira (9), na Orla de Itaituba. Ao Giro, os participantes do movimento informaram que eles estão pagando tributos indevidos e querem agilizar uma forma de legalizar esse meio de transporte. Os manifestantes fecharam uma parte da avenida Getúlio Vargas, na orla da cidade, terminando em frente à Câmara Municipal.

Foto: Jordan Norato/Portal Giro

Na casa de leis os condutores se reuniram com autoridades da cidade, o maior ponto de reivindicação da classe são as cobranças tributárias que estão sendo feitas para a classe. Segundo informações, os motoristas têm um impasse com a cobrança dos tributos da Malha Viária, que estaria sendo cobrado para cada participante da classe R$ 0,08 centavos por quilometro rodado.

Foto: Jordan Norato/Portal Giro

De acordo com a classe, a diretoria jurídica do sindicato informou que quando se paga o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) do carro, já tem uma taxa específica para a Malha Viária, então está sendo cobrado duas vezes o mesmo tributo, o que seria uma bitributação, sendo que com esse imposto cada motorista chega a pagar mais de R$ 400,00 por mês.

Foto: Jordan Norato/Portal Giro

A classe alega ainda que esse tributo extra só é cobrado para os motoristas de aplicativos, e que as outras classes que trabalham com meio de transporte não precisam disponibilizar os mesmos valores que eles.

“A questão é que nós estamos fazendo essa manifestação pelo fato de nós estarmos recebendo uma cobrança que muitas outras classes que fazem o mesmo trabalho que os nossos não estão sendo cobrados, estamos vendo isso como um impasse de justiça para os motoristas de aplicativos”, relatou o presidente da classe dos motoristas de aplicativos.

Foto: Jordan Norato/Portal Giro

Os participantes do movimento afirmam que não luta para não pagar os tributos, e sim para pagar os mesmos valores que as outras classes pagam e também querem uma forma de regularizar o serviço para que possam trabalhar de forma legal.

Fonte: Giro Portal