A advogada de Francisco Ray, um dos envolvidos no caso da bebê Helena, de 10 meses, que morreu na última segunda-feira (13) sob suspeita de violência sexual, se manifestou na tarde desta sexta-feira (17) por meio de suas redes sociais para comentar os desdobramentos da investigação.
Segundo informações, o laudo pericial divulgado nesta sexta-feira (17) concluiu que não houve estupro de vulnerável no caso e sim morte por asfixia, contrariando a suspeita inicial que vinha sendo investigada pelas autoridades.
Em sua publicação, a defesa afirmou que, desde o início, acreditou na versão apresentada por seu cliente e optou por aguardar a conclusão da perícia para se pronunciar publicamente sobre o caso.
A advogada também destacou que o linchamento virtual pode causar danos irreparáveis à reputação das pessoas, além de alimentar injustiças e enfraquecer o próprio sistema de Justiça. Ela defendeu que a apuração dos fatos seja conduzida com responsabilidade e respeito ao devido processo legal.
O caso segue sendo investigado pelas autoridades competentes do Ceara.