Giliard Reis Santos, de 36 anos, lutador de Jiu-Jítsu, natural da cidade de Marabá, desapareceu após sair com mais duas pessoas para caçar. No dia 30 do mês de março, giliard, que estava desempregado, idealizou uma caça juntamente com um amigo na Reserva Biológica do Tairapé.
No dia 10 de abril Giliard teria se perdido no interior da reserva. O último local em que ele foi visto por seus companheiros, foi em uma região no pé da Serra Rouxinol.
Imediatamente ao saber do desaparecimento do marido, a esposa, Neidiane Ribeiro, registrou um boletim de ocorrência, solicitou ajuda do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, que logo acionaram o Exército. As buscas foram efetivadas com apoio de um helicóptero custeado pela mineradora Vale.
Depois de 12 dias de buscas, que contaram com o engajamento de 10 homens do Corpo de Bombeiros, 40 soldados do Exército e 5 policiais do grupamento aéreo de Segurança Pública do Estado do Pará (GRAESP), foi oficializado em coletiva de imprensa o término das buscas por Giliard. O comunicado oficial foi feito pelo comandante do 5° Grupamento Bombeiro Militar (GBM), major Átila das Neves Portilho.
O major justificou as causas do encerramento, dizendo que não havia nenhuma evidência da presença ou permanência de Giliard no local. Após ser questionado se havia a possibilidade de as buscas retornarem, o major respondeu que pode haver a possibilidade, caso surja alguma evidência da presença de Giliard na mata.
Em depoimento que foi enviado ao Giro pela esposa de Giliard, a qual prestou à Policia Civil, consta todo o processo de ações que foram desenvolvidas objetivando chegar até o mesmo. Ela informou que as buscas foram retomadas no dia de hoje, sexta-feira (10), entretanto, sem êxito.
A esposa de Giliard afirma que ainda tem esperança de encontrar o marido bem, uma vez que de acordo com ela, dificilmente ele adoecia. Ela revela que o marido é forte, saudável, faz academia e é lutador de Jiu-Jítsu, inclusive já ganhou campeonatos.
"Estamos pedindo ajuda para quem souber do seu paradeiro, nos avise", diz Neidiane em tom de desespero.