Uma operação realizada por órgãos federais como IBAMA, Polícia Federal e ICMBio nas regiões garimpeiras do estado do Pará continua gerando desdobramentos. Recentemente, a defesa de Luís Rodrigues da Silva, conhecido como Luis Barbudo, apresentou novos detalhes sobre o caso que ocorreu em 03 de junho de 2017 , quando sua draga foi destruída durante a ação.
De acordo com o advogado Rodrigo Antunes, a defesa conseguiu demonstrar de forma clara a inocência de Luis Barbudo. Ele destacou que o auto de infração administrativo por si só não pode levar a uma condenação criminal. Além disso, José Antunes, presidente da AMOT e também advogado, afirmou que há uma perseguição intensa por parte dos órgãos ambientais e ONGs contra a garimpagem na região do Tapajós, especialmente contra os líderes que lutam pela legalização dos garimpeiros.
Em razão da sentença absolutória, os advogados Rodrigo Antunes e José Antunes estão considerando a viabilidade de uma ação reparatória em favor de Luis Barbudo. Eles planejam reivindicar uma indenização de, no mínimo, um milhão e quinhentos mil reais devido ao prejuízo material causado pela destruição dos equipamentos e danos ao motor de voadeira de sua propriedade, que também foi danificado durante a operação.