Os familiares da bebê Lara Liz Felix Souza, de 1 ano e 3 meses, solicitam ajuda para custear os exames necessários para descobrir a doença que a mesma possui, visto que, desde os 7 meses de vida, sofre com sérias crises de convulsão. Os pais da criança são Wanessa Raylane Soares e Leonardo dos Santos Souza, moradores de Itaituba.
Segundo Wanessa Raylene, devido as convulsões, a criança precisou ser levada ao Hospital Municipal de Itaituba (HMI), porém, como no hospital não há como realizar exames específicos para descobrir a causa das convulsões, os profissionais passavam somente remédio para dormir, para que a bebê se acalmasse.
A criança foi encaminhada para o Hospital Regional do Tapajós (HRT), onde foi consultada, todavia, também não realizam os exames para identificar a possível doença que a bebê possui. De acordo com Wanessa, já tentaram encaminhar Lara Liz para o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), porém "ficamos esperando o Regional de Santarém chamar, mas não chamaram", disse.
O neurologista que a consultou no HRT indicou como exames a serem realizados: eletrocefalograma, que consiste em um 'mapeamento' do cérebro; tomografia com contraste, a qual deve ser realizada com sedação pelo fato de ela ser bebê e precisar que o 'paciente' fique "quieto" [parado]. Por ainda não haver um tratamento específico, este que só pode ser estipulado após a efetivação dos exames, o médico receitou medicação para Lara tomar até que se obtenha um diagnóstico preciso.

Lara Liz Felix Souza, de 1 ano e 3 meses. (Foto: Arquivo Pessoal)
Como os exames não podem ser realizados em Itaituba e ainda não se obteve resposta sobre a possibilidade de Tratamento Fora de Domicílio (TFD), para que Lara seja levada ao HRBA, em Santarém, os pais, Wanessa e Leonardo, seguiram com a bebê para a capital amazonense, Manaus, na tentativa de conseguir pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
"tentamos pelo sus também, eles mandam a gente para um lado e para outro e acaba que ninguém resolve nada, nunca tem um lugar certo, (...) já fui na UPA, no pronto socorro (...)", afirmou Wanessa.
Devido a essa situação, os pais da criança resolveram buscar por via particular, custeando os gastos referentes a consultas, porque "cada vez que dá uma crise nela ela perde um neurônio", destacou.
Como os custos são altos, a família pede ajuda para conseguir arcar com as despesas. Para ajudar basta enviar valores via PIX: 02382276266 (CPF) - Wanessa Raylane Soares, ou entrar em contato com Wanessa pelo número (93) 99119-4892, ou clicando AQUI para falar pelo WhatsApp.