Helder Barbalho Filho se manifestou nas redes sociais sobre a atividade garimpeira e afirmou ser contrário ao garimpo ilegal, mas favorável à exploração mineral legalizada e regulamentada. O posicionamento foi apresentado após um questionamento feito pelo ex-secretário municipal de Meio Ambiente de Itaituba, Bruno Rolim, em uma publicação no perfil de Helder Filho no Instagram.
No vídeo publicado, Helder Filho aborda os impactos ambientais provocados pelo garimpo ilegal, destacando os riscos da contaminação dos rios, os danos à fauna e a destruição de áreas de floresta. A publicação recebeu um comentário de Bruno Rolim, que questionou a abordagem e ressaltou a realidade enfrentada pelos trabalhadores do setor na região de Itaituba, no sudoeste do Pará.
“Não acredito que você está falando isso amigo, sem conhecer nossa real situação, eu acompanho seu pai e todo grupo político há muitos anos, mas, temos que pensar diferente em relação a quem quer trabalhar de forma legal e organizada e combater as ilegalidades, mas, nem tudo na sua fala condiz com a realidade. Tenho certeza que nosso líder Helder pensa diferente também. Temos que ter uma saída técnica e sustentável para quem quer trabalhar dentro da lei e punir quem não quer”, escreveu Bruno.
Em resposta ao ex-secretário, Helder Filho esclareceu que sua posição é contrária à exploração irregular, e não à atividade garimpeira em si. Ele também defendeu a regulamentação do setor e o respeito aos trabalhadores que exercem a atividade legalmente.
“Meu amigo, respeito sua posição, mas quero deixar claro: sou contra o garimpo ilegal, não contra o garimpo. Defendo a atividade legalizada e regularizada, com responsabilidade ambiental e respeito a quem trabalha honestamente. Combater a ilegalidade não é criminalizar o trabalhador, mas garantir que a atividade aconteça dentro da lei”, respondeu Helder Filho.
Helder Barbalho Filho é filho do ex-governador do Pará e senador eleito Helder Barbalho. A troca de mensagens trouxe à discussão o combate à exploração mineral irregular e a necessidade de alternativas para os trabalhadores que dependem da atividade garimpeira na região do Tapajós.