O ex-morador de Itaituba Anderson Pacheco Nunes, que reside atualmente em Blumenau (SC), tem divulgado nas mídias um pedido de ajuda para a pequena Isabela, sua filha, que nasceu com a Síndrome de Patau. Conforme o que relata, foi constatado ainda, no pré-natal, que a pequena nasceria com uma fenda palatal e bilabial, causando grande preocupação aos pais. Em vista disso, foi procurado um hospital em Porto Alegre, referência para recém nascidos, onde a criança teria um acompanhamento de qualidade pelo SUS.
Quando se deu o nascimento de Isabela, que ocorreu no dia 17 de janeiro de 2020, os médicos descreveram que a pequena não enxergava e também não ouvia. Por isso, foram realizados exames de genes, pois, segundo a equipe médica, poderia ser um tipo de síndrome devido as várias características apresentadas pela criança, e logo após sair o resultado dos exames foi diagnosticado que a mesma tinha a Síndrome de Patau, esta que é rara e muito grave.
O neurologista que acompanhou Isabela afirmou que a criança tinha somente 30 dias de vida (comum na maioria dos casos) devido as alterações no organismo dela. "O choque foi doído e incomensurável", afirma Anderson. Porém, o pensamento do pai focava apenas em poder estar ao lado da pequena, conforme a "permissão de Deus".

Pequena Isabela.
Apesar de tudo, Isabela resistiu e recebeu alta médica na última sexta-feira (17), quando completou exatamente 3 meses de vida, superando as expectativas. Ela passou por diversas cirurgias e segue firme, embora, com algumas limitações.
"Precisei ficar 3 meses em Porto Alegre com gastos diversos e tendo que manter a casa em Blumenau. A situação financeira complicou demais porque, além dos gastos anteriores, terei que pagar a ambulância que a trouxe para casa, a instalação e a manutenção mensal de um HomeCare (plano de saúde cobre apenas uma parte), a fim de suprir as necessidades mínimas para a Isabela", relata Anderson.
Em vista da condição financeira da família estar difícil e ainda serem necessários muitos gastos com a saúde de Isabela, Anderson solicita a ajuda da população para que, caso possa ajudar de alguma maneira, colabore, pois o mesmo continuará, "lutando ao máximo pela vida dela até quando Deus permitir".
Para as pessoas entrarem em contato com a família, Anderson disponibilizou seu número de celular: (55) 99915-1645, mas se quiser falar diretamente pelo Whatsapp clique AQUI .