Empresário de Santarém é preso suspeito de participar da morte de policial penal no Ceará

Will Pessoa da Silva é um dos quatro suspeitos presos pela morte do policial penal José Wendesom Rodrigues de Lima, de 37 anos, ocorrida na última terça-feira (28), no centro de Fortaleza. De acordo com informações da polícia, os suspeitos confundiram os policiais penais, que estavam em um veículo, com membros de um grupo criminoso rival e, por isso, efetuaram disparos contra o carro.

Por Portal Giro

Foto: Reprodução / O Impacto

O empresário de Santarém Will Pessoa da Silva é um dos quatro suspeitos presos pela morte do policial penal José Wendesom Rodrigues de Lima, de 37 anos, ocorrida na última terça-feira (28), no centro de Fortaleza, no Ceará. Entre os detidos, há também outro paraense. O crime teria sido motivado por uma suposta confusão com integrantes de uma facção rival, segundo informações da polícia.

De acordo com as investigações, os suspeitos confundiram os policiais penais, que estavam em um veículo, com membros de um grupo criminoso adversário. Por isso, teriam efetuado disparos contra o carro. José Wendesom estava no veículo acompanhado de outro policial, que monitorava um dos suspeitos hospedado em uma pousada nas proximidades. Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do segundo policial.

Durante a operação que resultou na prisão dos envolvidos, foram apreendidos 10 quilos de cocaína, armas e munições. Will Pessoa da Silva teria sido baleado no braço e na costela durante a ação. Ele foi socorrido, recebeu atendimento médico e, em seguida, detido.

Will Pessoa da Silva já possui passagens pela polícia. Em Santarém, ele foi preso na Operação "Annuum", deflagrada em 6 de dezembro de 2024. Na ocasião, o delegado Erick Peterson, responsável pela operação, afirmou que Will é um traficante conhecido e que, antes dessa prisão, já havia sido detido em Goiás com uma grande quantidade de drogas.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Ceará, que busca apurar todos os detalhes do crime e o envolvimento dos suspeitos. A motivação exata do ataque e as conexões dos detidos com organizações criminosas ainda estão sendo analisadas.

Fonte: O Impacto / Blog do Pião