Clínica Terapêutica Renascer será reativada este ano em Itaituba

A clínica de reabilitação para dependentes químicos teve início em maio de 2019 e término em janeiro de 2021.

Por Portal Giro

Foto: Reprodução

A Clínica Terapêutica Renascer, que atuava desde maio de 2019 oferecendo tratamento gratuito para dependentes químicos (drogas e álcool) e teve o encerramento das atividades em janeiro de 2021, deve retornar com os atendimentos ainda neste ano de 2022.

De acordo com o presidente da instituição, o Subtenente Luiz Nóia, ele precisou se ausentar por motivo de doença e as pessoas que ficaram responsáveis por assumir a administração do local, não conseguiram manter o projeto funcionando, fator que ocasionou o fechamento da instituição.

Esse tempo morei em Anápolis, Goiás [...] nesse intervalo trabalhei em Clínicas de reabilitação com a finalidade de me aperfeiçoar no tratamento do dependente químico e a prevenção de recaída, iremos voltar com novas metodologias de tratamento pra melhor atendimento ao paciente usuário de álcool e drogas. [...] A previsão de abertura é em Julho.

Segundo Luiz Nóia, devido a falta de assistência, muitos pacientes voltaram para as ruas, outros faleceram em decorrência da falta de apoio. Diante disso, o então presidente pretende reabrir a instituição no mês de julho. A Clínica Terapêutica Renascer funcionará na Chácara da professora Antonieta, localizada na Rua Francisco Macedo (29ª), número 1920, no bairro Piracanã.

Clínica Terapêutica Renascer

Durante seu funcionamento, a instituição oferecia tramentos na área da psicologia (psicoterapia em grupo, interação, troca e psicoeducação), expectativas positivas em relação a abstinência; Re-significação de pensamentos dicotômicos; Auto-monitoramento; Habilidade de recusa e antecipação das consequências; Busca de auxílio e Reflexão sobre a sensação do uso de drogas, etc.

Desde sua implantação, a clínica conquistou uma grande evolução no tratamento de pessoas que buscaram atendimento para tratar o vício em álcool e/ou drogas ilícitas. O projeto era mantido com doações, venda de produtos fabricados pelos pacientes e pelas famílias dos assistidos.

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Fonte: Giro Portal