Sorivan Albuquerque Pena, de 48 anos.

Ex enfermeiro de Itaituba morre no Hospital Municipal de Santarém

Sorivan Pena, natural de Santarém, residiu em Itaituba durante 15 anos onde trabalhou nas áreas da saúde e educação.

Sorivan Albuquerque Pena, de 48 anos.

Na manhã desta terça-feira (12), por volta das 5h, o enfermeiro e professor Sorivan Albuquerque Pena, de 48 anos de idade, estudante de Mestrado em Saúde Pública pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), faleceu no Hospital Municipal de Santarém (HMS). Conforme informado pela família, durante a madrugada o mesmo teria sofrido duas paradas cardíacas e foi diagnosticado, através de uma ultrassom, com vários tumores no fígado.

Cibelle Pena, filha de Sorivan, disse ao Giro que a suspeita que o médico apontou é que o mesmo estaria sofrendo com câncer, mas teria sido descoberto tarde, porém, ainda não foi confirmado, pois não teria dado tempo de realizar exames para comprovar, além de que a causa do seu falecimento ainda não foi descoberto precisamente.

“No atestado de óbito dele ficou como inconclusiva a causa da morte, porque há suspeita que seja câncer, só que não deu tempo de fazer os exames para saber se era câncer ou não”, destacou Cibele.

Recentemente, em comentários de redes sociais, Sorivan demonstrava estar triste, passando por situações difíceis. Muitos acreditam que o mesmo estava com depressão, fato não confirmado até o momento. Veja alguns prints abaixo:

Comentários de amigos na publicação de Sorivan.
Publicação de Sorivan no Facebook.
Publicação de Sorivan no Facebook.

Sobre Sorivan Pena

Sorivan é natural de Santarém, mas residiu em Itaituba durante 15 anos, onde formou-se em enfermagem pela Faculdade de Itaituba, trabalhou no Ceproen, Secretaria Municipal de Saúde, na Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Piracanã e como enfermeiro no Hospital Municipal de Itaituba (HMI). O enfermeiro possui residência em Itaituba, mas precisou voltar a morar em Santarém para cursar mestrado e também devido sua ocupação recente como Apoiador do SUS no Estado do Pará, por isso viajava em diversas cidades.

Cibele destacou a rotina corrida do pai que, segundo ela, não se alimentava direito devido a correria do dia a dia e não descansar como precisava, pois “quando não estava viajando estava no mestrado”.

“Ele estava em um estado em que ele não se alimentava mais direito, como ele estudava muito, trabalhava muito e estava dedicado no mestrado dele, ele não parava mais para comer, então isso foi debilitando ele”, finalizou.

Fonte: Portal Giro

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