"Ema" morreu sufocada no bagageiro de um ônibus em percurso entre Ruropolis e Divinópolis.

Cachorro de itaitubense morre sufocado durante viagem no bagageiro de ônibus

“Eu implorei para o motorista autorizar eu levar a cachorrinha comigo dentro do ônibus em uma bolsa, mas ele não permitiu” disse a proprietária do animal.

"Ema" morreu sufocada no bagageiro de um ônibus em percurso entre Ruropolis e Divinópolis.

Uma fatalidade envolvendo um animal de estimação indignou toda uma família itaitubense no último sábado (15), ao fim de uma viagem de Santarém para Itaituba. A cachorrinha, que atendia pelo nome de Ema, morreu sufocada no bagageiro de um ônibus.

Conforme relatou à amigos, a dona da cachorrinha, que não quis falar com a reportagem, ela teria saído de Santarém em um ônibus no qual o bagageiro em que estava Ema era refrigerado. Antes de chegar à Rurópolis, metade do percurso, houve a troca de ônibus. “Quando foi trocado de ônibus, ela tava bem friazinha, tava super calma.” disse.

A itaitubense conta ainda que após a troca de ônibus, percebeu que o veículo não tinha o bagageiro refrigerado, e por isso pediu pra que a cachorrinha fosse com ela em cima, dentro de uma bolsa, pedido que teria sido negado. “Quando chegamos em Ruropolis eu pedi pra ver ela, eu peguei ela, tava muito agitada nesse outro ônibus. Eu fiquei um tempão com ela no colo, esperando ela se acalmar. Depois, pedi ao motorista pra eu levar ela dentro do ônibus, mas ele disse que não podia” continuou.

Ainda de acordo com o relato, quando chegou no Km 70 ela foi até o bagageiro pra ver sua cachorrinha. “Quando eu abri o bagageiro, o zíper dela tava aberto e ela deitada com a cabeça para o outro lado”.

“Eu chamei ela, “Ema”, mas não apresentou nenhuma reação. Aí um homem falou: “Meu Deus, ela morreu”, foi quando entrei em desespero. Peguei ela no colo já morta, toda quente e comecei a discutir com o motorista.” Finalizou.

O fato trágico também revoltou muitos dos viajantes, que também reclamaram com o motorista. A dona do animal garante que irá procurar seus direitos.

Nota: devido o abalo da proprietária, que não respondeu ao Giro, não citamos o nome da mesma para evitar problemas de exposição de imagem de forma irregular. Toda a construção da matéria foi feita com informações da própria, porém, através de conversas que ela teve com uma terceira pessoa. O Giro acredita que, devido a gravidade, tal fato não poderia passar em branco, com isso, usa o seu direito de liberdade de imprensa, e com a colaboração de pessoas que também ficaram indignadas, para noticiar o fato que certamente servirá de ALERTA, para que este tipo de situação não volte a se repetir. Caso a pessoa envolvida decida se pronunciar, o Giro estará sempre à disposição.

Fonte: Portal Giro

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