Oplenário da Câmara dos Deputados ficou movimentado na noite desta terça-feira (10) durante a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/19, que tornaria obrigatório o voto impresso. Para ter sido aprovada, ela precisava de, no mínimo, 308 votos em dois turnos de votação. Do contrário, seria arquivada.
A adoção do voto impresso, bandeira do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), já havia sido reprovada na comissão especial da Câmara na quinta-feira (5), por 23 a 11 votos, mas foi encaminhada ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).
No final, a PEC foi rejeitada mais uma vez. Muito se discutiu, especialmente na internet, sobre o posicionamento contrário ou a favor dos parlamentares. Algo que chamou atenção, especialmente, foi a forma como a própria bancada paraense manifestou seu voto, mostrando-se bem dividida.
Ao todo, foram 229 votos a favor da proposta e 218 contrários. Uma abstenção foi registrada, 64 parlamentares estiveram ausentes na votação e um decidiu não votar. Analisando apenas a bancada paraense, oito votaram “sim”, seis disseram não e três se ausentaram.
Veja abaixo como cada um votou:
A favor: Éder Mauro (PSD-PA), Eduardo Costa (PTB-PA), Hélio Leite (DEM-PA), Joaquim Passarinho (PSD-PA), Júnior Ferrari (PSD-PA), Olival Marques (DEM-PA), Paulo Bengtson (PTB-PA) e Vavá Martins (Republicanos-PA).
Contra: Airton Faleiro (PT), Beto Faro (PT), Cristiano Vale (PL), José Priante (MDB), Nilson Pinto (PSDB) e Vivi Reis (PSol).
Ausentes: Cássio Andrade (PSB), Celso Sabino (PSDB) e Elcione Barbalho (MDB).