Rico Melquiades demonstra "jogo do tigrinho" diante de senadores durante CPI das Bets

O influenciador digital e ex-participante de reality show Rico Melquiades depôs à CPI das Apostas nesta quarta-feira (14/5), no Senado Federal. Durante a audiência, a pedido dos senadores, ele realizou uma aposta ao vivo pelo "jogo do tigrinho" em seu celular, chegando a obter um lucro de R$ 120 antes de se recusar a continuar alegando nervosismo e desconforto com a situação.

Por Portal Giro

Foto: Reprodução

Na manhã desta quarta-feira (14/5), o influenciador digital e ex-participante de reality show Rico Melquiades prestou depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Apostas, instalada no Senado Federal para investigar irregularidades em plataformas de jogos e apostas online. O influenciador participou da sessão na condição de testemunha.

Durante a audiência, senadores pediram que Melquiades realizasse uma aposta ao vivo, por meio do jogo conhecido como "jogo do tigrinho", diretamente de seu celular. O influenciador acatou o pedido inicialmente e chegou a obter um lucro de R$ 120. No entanto, se recusou a continuar com as apostas, alegando nervosismo e desconforto com a situação.

A relatora da CPI, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), solicitou que ele repetisse a jogada, mas o influenciador não atendeu ao pedido. "Ai eu estou induzindo o pessoal a estar jogando. Gente, eu fiz o ganho e não quero mais jogar", afirmou Melquiades, encerrando a atividade.

Rico Melquiades, vencedor da 13ª edição do programa A Fazenda, foi convocado a depor um dia após a influenciadora Virgínia Fonseca também ter sido ouvida pela comissão. O influenciador obteve no Supremo Tribunal Federal (STF) o direito de permanecer em silêncio durante o depoimento em casos que possam levá-lo à autoincriminação.

Em janeiro deste ano, Melquiades foi alvo da Operação Game Over 2, conduzida pela Polícia Civil de Alagoas. A operação teve como foco o combate a jogos de azar realizados de forma irregular. Após a investigação, o influenciador firmou um acordo de não persecução penal com o Ministério Público, homologado pela Justiça alagoana. No documento, Melquiades confessou a prática dos crimes investigados.

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Fonte: Giro Portal