Governo confirma mais duas parcelas de R$600 do auxílio emergencial

Presidente Jair Bolsonaro assinou decreto na tarde desta terça-feira (30) para estender duração do coronavoucher.

Por Portal Giro

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O presidente Jair Bolsonaro assinou, nesta terça-feira (30), decreto que prorrogou por mais dois meses a concessão do auxílio emergencial de R$ 600 para os trabalhadores informais afetados pela crise provocada pela pandemia de covid-19.

Pelas estimativas do secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, divulgadas na segunda-feira (29), o impacto fiscal dessa medida será de R$ 100 bilhões para os cofres públicos.

Em comunicado enviado à imprensa, a Secretaria-Geral da Presidência informou que a prorrogação do benefício “que tanto tem colaborado na manutenção da renda dos brasileiros” foi necessária porque ainda não houve “a reabertura plena das atividades e do comércio pelos estados e municípios”.

A cerimônia de assinatura do decreto aconteceu no Palácio do Planalto. Bolsonaro comentou que “R$ 600 é muito pouco, mas para quem não nada, isso é muito”. Segundo o presidente, “são mais duas prestações e nós esperamos que ao final dela a economia já esteja reagindo para que nós voltemos à normalidade o mais rápidamente possível, obviamente sempre tomando cuidado, com o bem maior de todos nós que é a nossa vida”.

“Esse trabalho, essa maneira de buscar recurso no momento em que a pátria necessitava para atender aos mais necessitados é o que faz com que nós nos orgulhemos de poder ajudar, de despender meios para poder atender a esses necessitados”, destacou.

Bolsonaro disse ainda que o auxílio emergencial “é o maior projeto social do mundo, com toda a certeza”. “Nenhuma nação dispendeu tanto esforço para atender os mais necessitados do que o nosso querido Brasil. É um dinheiro que não é meu. É um dinheiro que é de todos nós brasileiros que pagamos impostos e só foi possível graças a sensibilidade de nosso ministro, tendo à frente Paulo Guedes, bem como do parlamento brasileiro que votou de forma rápida essa questão porque eles tinham pressa. Obviamente, isso tudo não é apenas para deixar a economia funcionando, viva, mas também para dar o sustento a essas pessoas”, afirmou.

Fonte: Correio Brasilense