A investigação começou após um familiar denunciar o desaparecimento da bebê, que havia sido inicialmente declarada como m0rta por meio de um documento falsificado. Durante as investigações, descobriu-se que o caso envolvia mais do que uma adoção irregular, revelando um esquema criminoso.
“A princípio, parecia uma adoção irregular, mas a situação mudou quando apresentaram um documento de óbito da criança. A mãe informou à família que o bebê havia falecido, e ela mesma admitiu ter trocado a foto em uma carteira de identidade que apresentou na maternidade”, afirmou a delegada Juliana Tuma, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
As duas irmãs enfrentarão acusações de tráfico de pessoas e falsificação de documento público.