Todos os dias, o vira-lata branquinho, de 15 anos, vai até o cemitério de Santa Clara do Sul para visitar seu amigo. Ademar Seidel faleceu em 2020, mas o cãozinho inseparável não deixou de acompanhá-lo.
Branquinho foi criado pela família de Ademar em Sampainho (RS), e sentiu a falta do tutor logo após a morte. Mas o que a família não imaginou era que a saudade do cão iria levá-lo até o cemitério onde seu tutor foi sepultado.
"Toda manhã, mesmo horário, ele vai estrada abaixo. Ele vai em cima do túmulo olhando a foto dele," fala a viúva de Ademar.
No alto do túmulo, o vira-lata passa horas ao lado da foto do tutor.