Brigada PrevFogo em ação.

40 ocorrências de queimadas em vegetações são registradas pelo 7º GBM em Itaituba

Somados, os meses de Julho e Agosto totalizam aproximadamente 78% dos casos registrados.

Brigada PrevFogo em ação.

As queimadas na vegetação amazônica é um fator preocupante, em se tratando da sobrevivência das inúmeras espécies que habitam a terra. Em vista disso, existem órgãos legalmente responsáveis pelo controle e até mesmo combate de ações humanas que possam interferir no ecossistema do planeta, e que fazem ainda registros dos casos que ocorrem, tanto na área urbana, quanto rural.

Assim sendo, à pedido do Giro, o 7º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM) buscou o registro no Sistema de Cadastro de Ocorrências Bombeiros (SISCOB) dos casos de incêndios ocorridos desde o início do ano (2019) até o dia 21 deste mês de agosto.

Segundo dados estatísticos fornecidos, levantados para medir a quantidade de incêndios na região itaitubense, foram registrados 40 ocorrências de queimadas em vegetações na área urbana da cidade. Somados, os meses de Julho e Agosto totalizam aproximadamente 78% dos casos registrados.

Corpo de bombeiros de Itaituba.

Além disso, levando em consideração os tipos de incêndios ocorridos na cidade, somaram-se 99 no total, podendo destacar os 30 casos que ocorreram envolvendo energia elétrica, e 13 ocorrências em edificações. Confira os dados gerais na imagem abaixo:

Registro de incêndios em Itaituba. Fonte: SISCOB – PA – Sistema de Cadastro de Ocorrências Bombeiros

Segundo o chefe da brigada da equipe PrevFogo, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), desde o início de 2019, na Zona Rural de Itaituba “a situação está sob controle”, existindo apenas ocorrências de focos de incêndio que podem ocorrer quando as pessoas queimam lixo, mas nenhum caso foi preocupante, por isso não houve registro até o momento.

“Não tivemos nenhum incidente, pois, na verdade, montamos um rói para combater, então laçamos o registro. Só existe fogo com registro se tiver um incêndio. Focos de incêndio existe logicamente, por causa do calor, mas incêndio em si em nossa região não tem. Nós trabalhamos para isso, para prevenir para que não aconteça.”, afirmou o brigadista.

Quando perguntado sobre como ocorrem os focos de incêndio, buscando a origem, o brigadista afirmou que não é possível identificar exatamente e ressaltou a forma como identificam as possíveis ocorrências de incêndio:

“Como funciona? – a gente consegue localizar, às vezes, a temperatura, o calor, pode ser o sol que está quente, pode ser alguma coisa que esteja refletindo naquele determinado local”, disse o chefe da brigada.

“Quando vem acontecer um princípio de incêndio, somos acionados e nos direcionamos até o local para verificar a situação, pois, somos responsáveis pela área do governo e quando tem incidentes, o ICMBio nos comunica, faz uma solicitação, então somos acionados para fazer a verificação”, finalizou.

Fonte: Portal Giro

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