MULHER É SUSPEITA DE MATAR MARIDO NO GARIMPO ÁGUA BRANCA EM ITAITUBA

Lucas Oliveira Vieira, de 34 anos, que fazia linha para o garimpo Água Branca, foi assassinado na manhã desta quarta-feira (10) por volta das 5h30, sua companheira é a principal suspeita de cometer o crime.

O sargento Gama, comandante do Posto de Policiamento Destacado (PPD) da comunidade garimpeira de Água Branca, já apresentou ao plantão da 19ª Seccional de Polícia de Itaituba a doméstica Maria de Fátima Barbosa, de 34 anos de idade.

A mulher foi detida pela polícia minutos após de Lucas morrer, vítima de uma perfuração de faca à altura do peito esquerdo. Segundo sargento PM, a informação chegou ao PPD por volta das 04h da manhã desta quarta-feira (10), dando conta de um esfaqueamento em determinado local da comunidade. “Chegamos ao local e o rapaz ainda estava com vida, mas em poucos minutos ele evoluiu a óbito.”

As testemunhas informaram que a mulher havia esfaqueado o companheiro. “Ela ainda tentou se evadir, mas nós fizemos algumas incursões e logo conseguimos localizar a suspeita e conduzimos ela e o corpo da vítima para Itaituba”, resumiu o sargento Gama.

Maria de Fátima ainda se dispôs a conversar com o jornalista Mauro Torres, mas em seguida desistiu, mas ainda chegou a se defender, afirmando ser inocente e que não sabe o por quê de as pessoas a estarem acusando. Por outro lado, a polícia também descobriu que o casal, que convivia há pouco mais de um ano, passava por constantes episódios de discórdia e brigas frequentes.

Uma tia de Lucas, que também mora na comunidade de Água Branca, afirmou que nada convence ela da inocencia de Maria de Fátima, e que, após esfaquear o companheiro, ela saiu dizendo que era inocente. “Mas a gente sabe que foi ela mesmo”, acusa a tia da vítima.

O corpo de Lucas Oliveira Vieira foi encaminhado para exame de necropsia no Centro de Perícias do Instituto Renato Chaves. Em seguida, foi liberado para sepultamento. Maria de Fátima foi autuada em flagrante, já que foi apanhada ainda em curso da perseguição, minutos após o assassinato.

Fonte: Mauro Torres

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